3 passos para tornar a sua casa inteligente e segura

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A segurança não é mais a única preocupação quando se pensa em automação residencial. Conforto e, principalmente, redução dos custos de energia elétrica estão entre os principais benefícios das tecnologias que tornam sua casa inteligente. Sistemas de alarmes, câmeras e sensores, quando articulados e integrados, trazem comodidade para sua família e facilitam o controle de acesso à sua casa.

A principal vantagem é que todos os recursos podem ser administrados a partir de uma plataforma hospedada em ambiente web, na nuvem, e acessível por meio do smarphone. Listamos abaixo 3 passos para tornar a sua casa inteligente e segura. Veja quais são:

3 passos para tornar a sua casa inteligente e segura

1º  passo: sistema de alarme

O sistema de alarme é o coração da casa inteligente. Nele, é possível gerenciar os sensores, as câmeras de monitoramento, as luzes, as fechaduras eletrônicas e os eletrodomésticos.

Baseado em cloud computing, o painel de controle do sistema de alarme permite controle total de todas as movimentações da casa que envolvem a automatização. Ou seja, é possível controlar as entradas e saídas por meio do que acontece na fechadura inteligente e receber notificações no smartphone, além de ter acesso a um histórico de todas elas.

Também é por este painel que são feitas todas as configurações – das quais falaremos melhor nos próximos passos.

2º passo: câmeras de monitoramento IP

As câmeras são os olhos da sua casa inteligente e a utilização deste sistema de monitoramento depende apenas da rede de internet e energia elétrica para funcionar. Isso porque, em vez de câmeras tradicionais (que demandam também um gravador do tipo DVR), utiliza-se câmeras IP, cuja tecnologia permite que a alimentação de energia e a transmissão das imagens sejam todas feitas pela rede IP, sendo as imagens gravadas em cloud computing; muito mais seguro e com garantia evolutiva do seu sistema.   

Você pode pensar: “Ah! Vai consumir muita banda de internet”. Ledo engano: as câmeras têm uma taxa de transmissão de dados baixíssima, de cerca de 0.150 kbps (kilobites por segundo).

As gravações podem ser 24×7 (ou seja, 24 horas por dia, sete dias por semana), podem ser acionadas só quando houver movimento, ou aberturas ou ainda podem ser feitas em horários programados. Normalmente os vídeos são gravados em clipes, que são armazenados na nuvem. Quando o volume de imagens é maior, recomenda-se que haja um SVR, que é um gravador local.

Outra forma de integração inteligente das câmeras é programá-las para gravar clipes sequenciais quando o alarme disparar. Geralmente é possível registrar as imagens da área monitorada por até 15 minutos.

3º passo: sensores para controle de luz e eletrodomésticos

O terceiro passo é ir além da segurança: comodidade e economia também são benefícios de uma casa inteligente. Para isso, é possível integrar sensores, rede elétrica e sistemas de computação para controlar o uso das luzes das áreas internas e externas e de eletromésticos, como o ar-condicionado.

O controle de luz, por exemplo, permite programar horários para ligar e desligar as lâmpadas, considerando a posição solar e a rotina da família. Por exemplo: as persianas podem ser abertas e as luzes desligadas às 7h e, quando for 17h30, ao anoitecer, o sistema pode ser programado para fechar persianas e acender as luzes, já que é o horário que sua família já está em casa.

Outro recurso importante no impacto da conta é o de dimerização, que é a redução da intensidade da luz (que tem relação direta com o gasto de energia) sem impactar a percepção de luminosidade pelos olhos humanos. Estudos da Lutron Eletronics mostram que a luz pode ser dimerizada em até 85% sem que percebamos que houve redução na claridade.

Já o ar-condicionado pode trazer conforto de forma mais econômica. Você pode ligá-lo e desligá-lo remotamente, por um aplicativo de smartphone, ou programar períodos de funcionamento. Também é possível monitorar a temperatura dos cômodos por meio de um sensor termostato e ajustar o equipamento de modo a mantê-la estável. Por exemplo: o escritório deve ser mantido a 24°C, mas o sistema indica que está quase 30°C, por causa do calor. O ar-condicionado pode ser ligado em 20°C até que a temperatura se ajuste ao ideal. O sistema é compatível com o modelo split, mais comum nas residências.

Por fim, a casa inteligente também pode contar com a fechadura digital, que elimina a necessidade de chaves e oferece mais segurança. Se alguém precisar entrar em sua casa por um período curto (como uma diarista por exemplo), você pode criar senhas temporárias para permitir o acesso àquele prestador de serviço de forma prática e segura.

Todos esses recursos podem ser programados em formas de cena. Por exemplo: você pode programar que, quando você desarma o alarme no fim do dia, entre 18h e 19h, as luzes do jardim sejam acesas e o ar-condicionado da sala seja ligado. As cenas podem ser rotineiras ou criadas para ocasiões especiais.

O que você achou dos três passos para tornar a sua casa inteligente e segura? Está disposto a segui-los? Se a resposta for sim, entre em contato conosco.